Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 50 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de Alzheimer, também conhecido como demência. Com uma média de 10 milhões de novos casos reportados a cada ano, estes números nunca poderiam justificar os sentimentos de ansiedade e frustração que quem sofre de demência experiencia. O que torna a demência uma doença tão assustadora? A demência causa um grave comprometimento cognitivo, resultando na perda de uma série de funções cognitivas, como a memória, a capacidade de recordar, a fala e a capacidade de processar ou, por vezes, até mesmo compreender a informação. A OMS prevê que, até 2025, a demência afete 130 milhões de pessoas em todo o mundo. A demência é uma condição degenerativa que causa a perda de células cerebrais e, infelizmente, não tem cura até à data. Embora os medicamentos e a terapia possam ajudar a controlar os sintomas, não são soluções permanentes.
Um tipo específico de demência que pode ser auxiliado pelas ferramentas de rastreio por GPS é a doença de Alzheimer. A deambulação, um sintoma proeminente da doença de Alzheimer, é o ato de andar em círculos indefinidamente (percorrer repetidamente a mesma área) e caminhar sem rumo. As pessoas com demência sentem-se desorientadas, mesmo em locais familiares. Tendem a esquecer-se de como chegaram a determinado local e, principalmente, de como lá chegaram. Os doentes com marcha têm um elevado risco de sofrer acidentes, como quedas, fraturas ósseas ou até mesmo acidentes de viação. A Alzheimer’s Society refere que 6 em cada 10 pessoas com Alzheimer irão vaguear pelo menos uma vez durante a sua vida.
O papel do seguimento por GPS
Enquanto a humanidade aguarda uma cura, as soluções de rastreamento por GPS podem impedir os danos causados pelas pessoas que se perdem. As pessoas com Alzheimer podem ser equipadas com rastreadores leves, discretos e até mesmo vestíveis. Estes rastreadores estão ligados a software complementar, que ajuda os familiares e cuidadores a localizar e encontrar o paciente. Funcionalidades como alertas em tempo real, geolocalização e rastreio ao vivo podem ser muito vantajosas.
Criação de cercas geográficas:
É possível delimitar áreas residenciais e será notificado sempre que um doente sair desses limites. Estes alertas são úteis para trazer a pessoa de volta em segurança. Pode também delimitar a geolocalização em áreas de interesse, como cafés, restaurantes ou bibliotecas, e receber notificações quando um paciente chega a qualquer um destes locais, incluindo locais frequentemente visitados. localização para restaurante passeios. Além disso, pode personalizar a forma como pretende receber alertas — por chamada, mensagem de texto ou e-mail. Pode também registar os números de telefone ou e-mails de várias pessoas, para que, caso perca uma notificação ou não esteja presente para cuidar da pessoa, outro membro da família ou um cuidador designado possa ajudar. Adicionalmente, pode utilizar um verificador de e-mail Para garantir a precisão dos endereços de e-mail registados e, assim, uma comunicação fluída. Implementando um sistema fiável. verificação de e-mail O processo garante ainda que apenas são utilizados endereços de e-mail válidos e ativos, reduzindo o risco de notificações perdidas e melhorando a fiabilidade geral do sistema.
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Rastreamento ao vivo:
Com o uso de geofences, saberá quando um paciente sai da sua área segura. O que acontece a seguir? Para onde irá ele? Poderá acompanhar os seus movimentos em tempo real. Siga percursos para chegar rapidamente ao doente e protegê-lo de qualquer acidente ou lesão. Utilizando o ecrã de rastreio ao vivo, poderá localizar a esquadra de polícia mais próxima do paciente. Desta forma, poderá notificar as autoridades policiais para que estas possam levar o paciente para um local seguro. Ou pode partilhar links de localização ao vivo com um amigo, que poderá utilizá-los para localizar o paciente. Esta funcionalidade ajudará a trazer o seu ente querido para casa em segurança, mesmo quando estiver a quilómetros de distância!

Alertas:
Crie configurações de alertas personalizadas que funcionem para si! Digamos que um doente está nos estágios iniciais da demência. Nesse caso, receber alertas sempre que ele sai de casa não será útil. Em vez disso, pode configurar o tipo de alerta que pretende receber. Por exemplo, define condições para ser notificado apenas se a pessoa não regressar a casa passadas algumas horas. Neste caso, monitorizar o retorno seguro faz mais sentido do que monitorizar a saída.
O seguimento por GPS permite-lhe cuidar dos seus entes queridos que sofrem de Alzheimer sem interferir com a sua independência. Na maioria dos casos, os pacientes vagueiam por causa do tédio e das longas horas de confinamento em casa. Pode evitar isto permitindo que os doentes saiam — com cautela e sob supervisão rigorosa através da tecnologia GPS. Desta forma, garante a sua segurança e bem-estar, ao mesmo tempo que lhes dá a liberdade de visitar os locais de que gostam.